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DEFERIDO: Advogado João Alves vai a justiça contra 3 (três) funcionários da prefeitura de Santa Rita por divulgação de conteúdo difamatório, injurioso e calunioso.

Não é de hoje que mentiras são divulgadas como verdades, mas foi com o advento das redes sociais que esse tipo de publicação popularizou-se. A imprensa internacional começou a usar com mais frequência o termo fake news durante a eleição de (2016) nos Estados Unidos, na qual Donald Trump tornou-se presidente. Fake news é um termo em inglês, usado para referir-se a falsas informações divulgadas, principalmente, em redes sociais.

As fakes news praticadas nas últimas eleições presidenciais dos Estados Unidos, foram refletidas com muita intensidade nas eleições do ano passado aqui no Brasil. Alguns meses já se passaram, mas as fakes news continuam sendo uma ferramenta ativamente usada, sobretudo pela classe política do país inteiro. Na Paraíba, mas especificamente em Santa Rita, terra onde tudo é possível, não seria diferente, segundo as informações que chegaram em nossa redação, alguns agentes públicos estariam com os nervos aflorados e, com isso, fazendo o uso das redes sociais para disseminar falsas notícias com o objetivo claro de denegrir a imagem daqueles que se opõem ao governo municipal. 

De acordo com o combativo advogado João Alves, um grupo formado por funcionários da prefeitura teria se juntado com a intenção de macular a sua imagem. Em face disso, o nobre advogado, não teria tido outra opção não ser ajuizar uma ação com um pedido de Tutela de Urgência contra 3 (três) pessoas que compõem o quadro de servidores da gestão no município. Entre elas, estaria um secretário. Veja quem são:

Francisco Tavares dos Santos, popularmente conhecido como (canidé), José Raulino da Silva, conhecido como (Raulino Modas) e Wendel de Araújo Vicente, (Secretário Municipal).

RESPOSTAS:

"Sou advogado devidamente inscrito nos quadros da (OAB/PB). Não respondo a qualquer procedimento administrativo no órgão. Não respondo a qualquer processo criminal, civil, militar, execução fiscal, tutela, curatela ou interdição, na justiça comum, conforme certidões do (TJPB), atualizadas acostadas no processo. Repito, não respondo a quaisquer processo, seja em qualquer esfera  da justiça que for." Finalizou.

O advogado atribuiu a maculação de sua imagem a uma perseguição política, já quem vem atuando em defesa da população, junto aos órgãos competentes e, que, em razão disso, seu nome está sendo lembrado pelos munícipes, como um possível candidato nas próximas eleições. Fatos estes, que segundo ele, desagradaria o prefeito e seus assessores.

"Estou APTO para votar e ser VOTADO, conforme certidões da Justiça Eleitoral também acostadas nos autos. É desesperador ver atitudes esdrúxulas, irresponsáveis e criminosas como esta que estamos  combatendo e que prontamente foi repugnada pela Justiça." Acrescentou.

A justiça deferiu a Tutela de Urgência em favor de João Alves, na tarde desta terça-feira (24) determinando que os réus acima citados, não forneçam e se abstenham de republicar qualquer postagem nas redes sociais com conteúdo "fake" em desfavor do advogado, sob pena de em caso de descumprimento, pagar multa diária no valor de 500,00 (quinhentos) a 2.000 (dois mil) reais. Veja a decisão:


Por fim, o Doutor João Alves ressaltou que é INVIOLÁVEL à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem do cidadão,  mesmo que alguém tenha respondido a algum procedimento em delegacia ou na justica, ninguém, absolutamente ninguém tem o direito de denegrir a imagem, a intimidade, a vida privada ou a honra de quem quer que seja, sob pena de ser responsabilizado no âmbito CÍVIL e CRIMINAL." Concluiu.

Marcos Cavalcanti

Marcos Cavalcanti é jornalista, e Mestre em Teologia. Trabalhou nas rádios Integração do Brejo de Bananeiras e Solânea FM de Solânea/PB - Nas Tvs, Gazeta e CNT/SP - Foi porta voz da Prefeitura Municipal de Santa Rita/PB - Atualmente é Assessor de Imprensa da Câmara Municipal de Santa Rita.

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