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A GRANDE FAMÍLIA: Presidente da Câmara de Cruz do Espírito Santo "Sebastião de Ze Ramos" teria nomeado parentes e cometido prática de nepotismo

SEBASTIÃO DE ZÉ RAMOS, esse é o nome do novo Presidente da Câmara Municipal da Cidade de Cruz do Espírito Santo, região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba. 

Filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) de CÁSSIO CUNHA LIMA, RUY CARNEIRO, EMERSON PANTA e companhia ilimitada. Uma turma que representa aquilo que há de mais velho na política Estadual e Nacional. SEBASTIÃO, foi eleito para conduzir o destino do parlamento no Biênio (2019/2020), com discurso moralista prometendo um mandado voltado para o povo, no entanto, tudo não passou de "palavras ao vento", como diz uma das belas canções da saudosa  cantora e compositora, Cássia Eller. 

Bastou o Sistema de Transparência do Tribunal de Contas do Estado (Sagres) abrir os dados da Câmara Municipal, referente aos 3 (três) primeiros meses de (2019) para o lereado todo cair por terra. 

A GRANDE FAMÍLIA, foi o que se tornou à Câmara do Município sob o comando de SEBASTIÃO, após nomear duas pessoas da sua família para exercer cargos de assessoria no parlamento. Uma prática absurda levando em consideração que Cruz do Espírito é uma Cidade carente de postos de trabalho,  nomear dois de seus parentes ante a um contexto de falta de emprego para milhares de Espíritosantenses, é no mínimo, dar um tapa na cara do povo. Veja os nomes no gráfico do Tribunal de Contas do Estado:
ARTHUR ANDERSON ROSENDO e ANTÔNIO DE PÁDUA ROSENDO, são dois irmãos, residentes da Cidade vizinha Sapé. Segundo nossa fonte, Arthur e Antônio, são primos de Sebastião de Ze Ramos. De acordo com nosso informante, um dos dois primos do Presidente, até a presente data, não teria aparecido para dar um dia se quer de expediente. Fato que se for confirmado pode tornar a situação ainda mais grave. O Nepotismo é considerado uma prática ilegal na administração pública, pois se refere à promoção de um indivíduo em função de seu parentesco com aquele que o promove. Ou seja, é uma conquista muito mais baseada em privilégios do que em competência e qualificação profissional. Mesmo, que neste caso não incorra na ilegalidade por se tratar de 4° grau e a Lei fazer referência até o 3° grau. Tal prática, é imoral, pelas razões alegadas acima.

Outro ponto que merece destaque são os gastos vultosos em pouco mais de 3 (três) meses, esse tema, será pauta de uma outra reportagem.

A nossa reportagem entrou em contato com os citados, mas até o fechamento da matéria não conseguimos retorno.

Marcos Cavalcanti

Marcos Cavalcanti é jornalista, e Mestre em Teologia. Trabalhou nas rádios Integração do Brejo de Bananeiras e Solânea FM de Solânea/PB - Nas Tvs, Gazeta e CNT/SP - Foi porta voz da Prefeitura Municipal de Santa Rita/PB - Atualmente é Assessor de Imprensa da Câmara Municipal de Santa Rita.

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